Natal recife 2008
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» Abertura do SPA
Data: Domingo (7)
Horário: 16h – Abertura das exposições descentralizadas que ficarão em cartaz durante todo evento.
19h- Abertura do SPA e lançamento da revista 2008
Confira a programação das exposições:
- Refinaria Multicultural Nascedouro de Peixinhos
Av. Jardim Brasília, Peixinhos
Artista Articulador: Galo de Souza é grafiteiro. Fundador do grupo Êxito D’Rua, concentra-se na realização de trabalhos na Rede de Resistência Solidária.Além de expor na rua, participou de algumas exposições em museus. Artistas Convidados: Evil, Elaine, Anemico, Zone e Caju.
- Refinaria Multicultural Sítio Trindade
Estrada do Arraial. Casa Amarela
Artista Articulador: Neílton José de Carvalho é artista visual, designer e músico. Pertence a comunidade do Alto José do Pinho, onde é sócio da ONG Alto falante. É membro da banda Devotos. Artistas Convidados: Zildo Marques, Max di Castro, Jair Roberto (Pretto), Media Sana e Joarez Domingos.
- Atelier Moa Lago
Rua Princesa Isabel, 99,1° andar, Santo Amaro
Artista Articulador: Moa Lago é designer, grafiteiro, ativista do copyleft e ex-integrante de articulações político-artísticas como o Subgraf (1996), o Laboratório e o Re:combo (ambos nos anos 2000). Artistas Convidados: Analu, Aslan Cabral, Katalina Leão, Gregório Holanda (Greg) e Fabinho Santana.
- Centro Cultural Cafundó
Rua Geraldo de Andrade, 12B, Espinheiro
Artista Articulador: Jacaré é artista plástico e trabalha com materias reciclados. Vem realizando oficinas nas comunidadesde baixa-renda, como no projeto Acorda Povo, da Prefeitura da Cidade do Recife. Realiza trabalhos com o lixo em seu atelier. Artistas Convidados: Fábio Soares, Zé de Mandacaru, Augusto Férrer, Leonel Barros e Eduardo Lima.
- Centro Social Urbano da Imbiribeira
Av. Manoel Serafim Couto, Imbiribeira
Artista Articulador: Fly trabalha na área das artes cênicas e da música. Ativista da cultura e da arte, integra a rede de resistência comunitária da comunidade Ilha de Deus. Faz parte do grupo TRILHA (teatro de rua da Ilha) e é membro do movimento Caranguejo Uçá.
Artistas Convidados: Josafá (Irmão), Magno, Boony, Manoel Nunes (Nuninho) e Cananguejo Uçá.
- Centro Popular de Esporte e Lazer da Torre
Campo do Bueirão (em frente à igreja da Torre)
Artista Articulador: Izidório Cavalcanti é artista plástico. Trabalhando com arte há 15 anos, suas produções vão do desenho à performance. Integra os grupos MAMÃE e Branco do Olho. Artistas Convidados: Coletivo Casa de Marimbondo, Bruno Vilela, Nando Zevê, F. Rafael e Zequinha da Torre.
» Workshop Gestão Cultural e Novas Tecnologias
Òscar Martínez (Espanha) | Pep Dardanyà (Espanha) | Ricardo Ribenboim (SP)
Data: Segunda a quarta-feira (8 a 10)
Horário: 9h às 12h e 14h às 17h30
Local: Centro de Formação das Artes Visuais (CFAV)
» Leitura de Portfólio
Íbis Hernandez (Cuba)
Data: Segunda e Terça-feira (8 e 9)
Horário: das 14h às 18h
Local: Museu Murillo La Greca
» Abertura da Galeria Galpão Recife Fundarpe
Data: Segunda-feira (8)
Horário: às 16h
» Abertura da Exposição VIZI | Khrishna Passos, Maicyra Leão e Gisele Carriconde
Data: Terça-feira (9)
Horário: 19h
Local: Museu Murillo La Greca
» Oficina Texto visual, imagem verbal
Silvya Amélia (MG)
Data: Terça a sexta-feira (9 a 12 de setembro)
Horário: 14h às 18h
Local: Centro de Formação das Artes Visuais (CFAV)
»Debates
Artistas Articuladores (PE) | Fly, Galo de Souza, Izidório Cavalcanti, Jacaré, Moa Lago e Neilton
Data: Quarta-feira (10)
Horário: 19h
Local: MAMAM
Paulo Bruscky (PE) e Rubens Mano (SP)
Data: Sexta-feira (12)
Horário: 19h
Local: Fundaj
» Mostra de video-dança internacional
Dia: Quinta-feira (11)
Horário: 19h
Local: Museu Murillo La Greca
» Intervenções
Paulo Bruscky | OUTubro
Data: Sexta-feira (12)
Horário: 17h
Local: Pátio São Pedro
Rubens Mano | O Processo como Lugar da Ação
Data: Sábado (13)
Horário: 17h
Local: Museu Murillo La Greca
» Encerramento
- Melhores Momentos
Data: Domingo (14)
Horário: a partir das 17h
Local: Pátio de São Pedro
- Show de encerramento
Data: Domingo (14)
Horário: a partir das 20h
Local: Pátio de São Pedro

A Orquestra Popular da Bomba do Hemetério (OPBH) se prepara para registrar a inovação em DVD,o “Jorrando Cultura”. As gravações acontecem hoje e amanhã, no Teatro Santa Isabel, com entrada gratuita. Comandado pelo compositor, arranjador e instrumentista Maestro Forró, o grupo é formado por moradores da comunidade de Bomba do Hemetério, no bairro de Água Fria, zona Norte do Grande Recife. A intenção é unir composições eruditas e populares e trazer o Frevo para o cenário da música pop atual. O DVD tem co-patrocínio da Prefeitura da Cidade do Recife e é produzido pela Rec-Beat Produções Artísticas.
A gravação do DVD acontecerá às 20h, e os interessados podem retirar os ingressos na bilheteria do teatro à partir das 18h para assistir aos espetáculos. A gravação de “Jorrando Cultura” contará com a participação dos músicos Canibal e banda Devotos, Mestre Zé Amâncio do Coco e Mestre Valter, do Maracatu Estrela Brilhante. Também marcarão presença o sambista Hilton de Oliveira e o Maestro Gil, que traz para o palco do teatro seu piano de cauda. Depois de lançarem o CD no mesmo teatro, a Orquestra volta para o registro ao vivo, com novo figurino. Quem dirige o espetáculo é Alessandro Guedes, com direção de fotografia de Samuel Kobayashi.
“Jorrando Cultura”, o disco, foi lançado em fevereiro do ano passado com composições próprias do Maestro Forró, Parrô, Waltinho D’Souza e Natanael Dádiva, além de releituras de clássicos como “Vassourinhas”, “Cabelo de Fogo” e “Elefante”. Realizado com recursos próprios e apoio do Serviço de Incentivo à Cultura da Prefeitura do Recife, o CD foi elogiado pela crítica, levando a banda para shows fora do Estado, como apresentações em Brasília e no Parque Ibirapuera, em São Paulo.
Serviço:
Gravação DVD Jorrando Cultura – Orquestra Popular da Bomba do Hemetério
Quando: Dias 05 e 06 de setembro (sexta-feira e sábado)
Onde: Teatro de Santa Isabel
Horário: 20h
Entrada: Gratuita, mediante retirada de convites na bilheteria. A retirada dos convites deve ser feita com antecedência, nos dias dos shows, às 18h.
(foto: Daniel Duende)
Manoel Salustiano Soares, conhecido como Mestre Salustiano ou Mestre Salu nasceu em Aliança, zona da mata norte de Pernambuco, no dia 12 de novembro de 1945.
Seu pai, João Salustiano, era um tocador de rabeca e foi quem o ensinou a fazer e a usar o instrumento. Mestre Salu usa praíba, imburana, pinho, mulungu e cardeiro para fazer suas rabecas, pois segundo ele são as melhores madeiras para produzir o som.
Durante a infância participou de brincadeiras e folguedos populares existentes nos engenhos de Aliança. Sua grande paixão é o cavalo-marinho, que apesar de utilizar alguns personagens, músicas e coreografias comuns ao bumba-meu-boi, tem características próprias.
Foi um dos maiores dançadores de cavalo-marinho da região, interpretando diversos personagens: arrelequim, dama, galante, contador de toada, Mateus (durante nove anos), recebendo por isso o título de mestre. É considerado um dos grandes nomes do maracatu em Pernambuco, uma das maiores autoridades em cultura popular no Estado e o precursor ou “patrono espritual” do manguebeat.
Fundou o Maracatu Piaba de Ouro, em 1997, tendo participado com o grupo do festival de Cultura Caribeña, em Cuba. É o comandante do cavalo-marinho Boi Matuto, que criou em 1968, e do Mamulengo Alegre.
Mestre Salustiano também é um artesão. Além das rabecas é ele quem confecciona os bichos do bumba-meu-boi, cavalo, boi, burra; as máscaras do cavalo-marinho, feitas de couro de bode ou de boi e os mamulengos de mulungu.
É um dos grandes responsáveis pela preservação da ciranda, do pastoril, do coco, do maracatu, do caboclinho, do mamulengo, do forró, do improviso da viola e de outros folguedos populares do folclore nordestino.
Atualmente na Casa da Rabeca do Brasil, situada na Cidade Tabajara, em Olinda, espaço inaugurado recentemente pela família para apresentações de danças, oficinas, encontros de maracatus rurais e cavalo-marinho, além de shows de música regional, acontecem eventos o ano inteiro. Anteriormente, as apresentações eram organizadas por ele no Iluminara Zumbi, arena idealizada por Ariano Suassuna, durante sua gestão como secretário de cultura.
O espaço possui um grande terreiro para as diversas apresentações, bar, salão de danças e uma loja, onde são comercializados produtos de confecção própria, como rabecas, alfaias, pandeiro, mamulengos, além de peças do artesanato de barro de Caruaru.
Na época do carnaval, a Casa recebe caboclinhos, bois, burras, troças, ursos, além do seu maracatu Piaba de Ouro. No Natal, é palco para pastoril, ciranda, cavalo-marinho, entre os quais o Boi Matuto, com a participação de 76 figurantes e 18 pessoas brincando.
Foi agraciado com o título de doutor honoris causa pela Universidade Federal de Pernambuco, em 1965, e já percorreu com a sua arte a maioria dos estados brasileiros e países como a Bolívia, Cuba, França e Estados Unidos.
Recebeu ainda, em 1990, o título de “reconhecido saber” concedido pelo Conselho Estadual de Cultura de Pernambuco e o de comendador da Ordem do Mérito Cultural, em 2001, pelo então Presidente da República, Fernando Henrique Cardoso.
Tem quatro CDs gravados: Sonho da Rabeca, As três gerações, Cavalo-marinho, Mestre Salu e a sua rabeca encantada.
Mistura de músico, produtor, artesão e professor, Mestre Salu segue fazendo turnês nacionais e internacionais, tocando sua rabeca e mostrando sua peculiar fusão de ritmos do folclore nordestino.
Indicado pela Prefeitura de Olinda, foi escolhido pelo Governo do Estado, através da Lei nº 12.196 de 2 de maio de 2002, como Patrimônio Vivo de Pernambuco.
fonte:
Lúcia Gaspar
Bibliotecária da Fundação Joaquim Nabuco
Pernambuco Perdeu um grande Artista da cultura popular, mestre Salustiano levou para todo o mundo o som da sua rabeca encantada e comandando o baque solto dos maracatus, e junto consigo toda a cultura pernambucana.
O grande mestre cumpriu seu papel aqui na terra, levando alegria e diversão para todos que tiveram a oportunidade de ver sua performance no palco, e ouvir suas músicas.
O In ReC. agredece ao senhor Manoel Salustiano Soares “mestre Salú”.
Adeus salú
Mestre Salu morre aos 62 anos
Publicado em 31.08.2008, às 10h12
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O rabequeiro Manoel Salustiano Soares, o mestre Salu, faleceu às 7h deste domingo (31), no Procape (Pronto Socorro Cardiológico de Pernambuco) por conta de problemas no coração. Ele fora internado há sete dias por causa de uma arritmia cardíaca, além de sofrer do mal de Chagas. Salu tinha 62 anos, deixa mulher e 15 filhos.
Salu era uma das figuras mais conhecidas da cultura pernambucana – principalmente os folguedos populares, como maracatu, cavalo-marinho e caboclinho -, tendo sido mentor de algumas bandas que fizeram sucesso em Pernambuco em meados dos anos 1990, como Mestre Ambrósio e Cascabulho. Somente aos 54 anos de idade e 45 de carreira ele conseguiu lançar o primeiro CD: Sonho de Rabeca, com 14 faixas.
Fonte: Do JC OnLine

Imagem: Ines Campelo/DP/D.A PressPernambuco perdeu um dos principais ícones da sua cultura popular. Isso porque faleceu às 7h deste domingo o grande mestre da rabeca, Manoel Salustiano Soares, conhecido por todos como mestre Salu. Aos 62 anos e com 15 filhos, ele não resistiu a uma arritmia cardíaca e terminou morrendo no Pronto-Socorro Cardiológico de Pernambuco, o Procape. O velório começou às 13h, na Casa da Rabeca, na Cidade Tabajara, em Olinda. O enterro só será realizado nesta segunda-feira, no Cemitério Morada da Paz, também em Olinda. Os familiares ainda não decidiram o horário.
A arritmia cardíaca do mestre Salu foi provocada pela doença de Chagas, contra a qual luta há 20 anos. Há mais de 9 anos ele utilizava um marcapasso para estimular o coração e evitar um provável aumento do órgão. No último dia 8 de agosto, o rei da rabeca precisou passar por uma cirurgia para substituir o aparelho. Desde esse dia ele não conseguiu mais viver normalmente. Após receber alta no último dia 12, ele retornou ao Procape na segunda-feira passada sentindo dores no local.
Fonte: DIARIODEPERNAMBUCO.COM.BR
O nome do grupo é a reunião dos nomes de seus fundadores: Peter Morén (voz,
guitarra e harmônica), Björn Yttling (voz, baixo e teclados) e John Eriksson (bateria,
percussão e voz). Com nove anos de estrada e uma música que conquistou o mundo
inteiro apenas com um assovio, o grupo sueco vem pela primeira vez ao Brasil em
setembro para participar do festival No Ar Coquetel Molotov em Recife, dentro do projeto
Invasão Sueca.
Peter e Bjorn começaram a tocar juntos quando se conheceram durante a escola.
Tinham o mesmo gosto por bandas como The Stone Roses e Ride. Peter e Bjorn
conheceram John em 1999, quando se mudaram para Estocolmo e decidiram formar
uma banda nova que tivesse uma musicalidade pop e que fosse reflexo das influências
dos três. Originalmente havia vírgulas no nome da banda, mas foram dispensadas
porque não ficavam bem na fonte da capa de seu primeiro disco. Daí o nome do grupo,
sem vírgula.
O trio, que está terminando de gravar seu novo disco, vem para o Brasil para mostrar
estas novas composições em primeira mão. O novo trabalho do Peter Bjorn and John
deverá ser lançado apenas no começo do próximo ano. Apesar da participação em
inúmeros festivais pelo mundo e de turnês realizadas com sucesso de público na
Europa, Estados Unidos e Austrália, esta será a primeira visita do grupo à América do
Sul.
O maior sucesso da banda até agora é a música “Young Folks”, do disco “Writer’s
Block”, que contou com a participação da vocalista Victoria Bergsman (do grupo sueco
The Concretes), e que se tornou um sucesso nas paradas mundiais. A mesma canção
ganhou o prêmio Grammis (uma versão sueca do Grammy) de melhor videoclipe em
2007. A música, que começa com um assovio e um refrão contagiante, já apareceu em
diversos comerciais e está na trilha sonora de alguns filmes e programas de TV. A
banda, no entanto, mantém mistério sobre a origem da composição, falando que até
filmes de kung-fu serviram de inspiração para o assovio pop.
www.peterbjornandjohn.com
Com o pé na estrada desde 2005, com um som fincado nas raízes do folk norteamericano
e também brasileiro, o Vanguart circulou e encantou o público brasileiro
com suas belas canções. Vanguart é formada por Hélio Flanders (voz, violão-folk e
gaita), Reginaldo (baixo e voz); David Dafré (guitarra); Luis Lazzaroto (teclados e
vocais) e Douglas Godoy (bateria).
Antes de se lançarem pelo Brasil afora, o Vanguart nasceu em Cuiabá
concretizando o desejo do ainda garoto Hélio Flanders, que hoje, com pouco mais
de vinte anos, compõe e interpreta músicas próprias com influências assumidas de
Beatles, Bob Dylan, Nick Drake, Velvet Underground e Neil Young, um time em
que ele pode jogar sem passar vergonha.
Após o lançamento de dois EPs com músicas em inglês e o single “Semáforo”
cantado em português, a banda lançou em 2007 o seu disco de estréia através da
Revista Outra Coisa. O disco, elogiadíssimo pela imprensa brasileira e
referendado pelos fãs, traz canções que grudam no ouvido de tão bem construídas
como “Hey Yo Silver”, “Cachaça” e “Cosmonauta”. Harmônicos, bons
instrumentistas, arranjos simples e eficientes, criativos e com boas composições.
Eles têm todos os ingredientes para avançar ainda mais e derreter corações por
esse Brasil
www.myspace.com/vanguart
Nos últimos meses, a jovem Mallu Magalhães, de apenas 15 anos, estampou
capas dos principais jornais do país, como Folha de S. Paulo, Estado de S. Paulo,
Jornal do Brasil, e foi destaque nas revistas Rolling Stone, IstoÉ e Época, entre
outras tantas. Além disso, virou tema de inúmeros blogs, lotou shows, atraiu
atenção da crítica e já obteve mais de um milhão e meio visitas em sua página do
site MySpace.
Fã de Bob Dylan e Johnny Cash, ela canta músicas em português, inglês e
francês. Também toca violão, gaita, piano, escaleta, cria moda, desenha e pinta.
Mas todo esse talento não surgiu do dia para a noite. A história de Mallu com a
música começou aos oito anos, quando ganhou um violão de seu pai. Sua
primeira gravação (um presente no aniversário de 15 anos) foi feita no estúdio
Lúcia no Céu, onde conheceu a banda que a acompanha atualmente: Kadu
Abecassis (guitarra) Jorge Moreira (bateria), Thiago (baixo) e Rodrigo de Alencar
(piano).
Em suas férias escolares em julho deste ano, Mallu entrou no estúdio AR no Rio
de Janeiro para gravar as músicas que farão parte de seu disco de estréia, cuja
produção ficou a cargo de Mário Caldato Jr., que já trabalhou com artistas como
Björk, John Lee Hooker, Beck e Beastie Boys.
Não é só pela pouca idade que Mallu Magalhães chama atenção. Seu talento e
seu carisma também são peças fundamentais de uma trajetória de sucesso que
está apenas começando.
www.myspace.com/mallumagalhaes
“Marcelo Camelo é um compositor como poucos, que faz música e letra
caminharem juntas”, diz a cantora Maria Rita sobre o vocalista e principal
compositor das músicas da banda Los Hermanos. Marcelo de Souza Camelo,
nascido no Rio de Janeiro, cursou jornalismo na PUC-RJ, local onde conheceria
os companheiros da banda Los Hermanos, porém não terminou o curso por causa
da agenda lotada da banda, na época estourando com “Anna Júlia”.
Com o tempo, Camelo começava a se impor como um compositor diferenciado
dos demais cantores jovens do mainstream. A partir de 2003, com o lançamento
do disco “Ventura”, Camelo conseguiu firmar seu pé no hall dos mais respeitados
compositores brasileiros da atualidade, com letras que caíram bem na voz de
Maria Rita e outras intérpretes da MPB. Atualmente, o cantor está prestes a
estrear nos palcos a sua carreira solo.
A gestação criativa deste trabalho se iniciou bem antes da pausa nos shows do
Los Hermanos. Camelo quer ousar e se aventurou agora por trabalhar suas
composições com um novo time de músicos. Além de sua voz e seu violão,
Marcelo Camelo em trabalho solo convocou a banda Hurtmold para tocar ao seu
lado caprichando nos arranjos e em músicas que farão os fãs e não-fãs do Los
Hermanos se deliciarem.
www.myspace.com/marcelocamelo