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Oficina de Xilogravura : Ministrada por Janderson nobre, contatos: j.nobre.s@bol.com.br ou coxinhaman@hotmail.com -
Oficina de Francisco Brennand: no bairro da Várzea, a 16 km do centro. Na verdade uma antiga olaria da família reformada pelo artista plástico para funcionar como museu/ateliê. Em meio a plantas e árvores típicas da mata atlântica, cerca de 2.000 esculturas, em sua maioria de barro. Palavras de Brennand: “O barro é um material primordial. É a terra, aquilo de que foi feito o homem. Ao manipular o barro, você se envolve de imediato com o mundo dos arquétipos, com todos os mitos e símbolos”.
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Casa da Cultura: Rua Floriano Peixoto. Ex-casa de detenção da cidade, reformada para se transformar em um centro cultural na década de 70. Os presos olhavam o Capibaribe e nem imaginavam que dali a 150 anos suas celas, transformadas em lojinhas, seriam vasculhadas pelos turistas. Painéis de Cícero Dias contam a vida de frei Caneca.
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Museu do Homem do Nordeste: Av. 17 de Agosto, 2.187. Tudo sobre o ciclo do açúcar. No mesmo prédio, o Museu de Antropologia – literatura de cordel, objetos, roupas.
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Museu Arqueológico e Geográfico de Pernambuco: Rua do Hospício, 130. Nele encontra-se coluna em pedra de 1535 com o brasão e a coroa portuguesa que serviu de marco divisório entre as capitanias de Pernambuco e Itamaracá.
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Museu do Estado: Av. Rui Barbosa, 960. O casarão branco e ocre pertenceu a Francisco Antônio de Oliveira, o barão de Beberibe. Dentro, uma viagem ao tempo dos barões do açúcar por meio de móveis, jóias, moedas, quadros e relíquias militares.
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Museu do Trem: Praça Visconde de Mauá, no prédio da estação central do Metrô. A princesa Isabel abolia a escravidão no Brasil e, no mesmo ano, inaugurava-se a estação da estrada de ferro Central de Pernambuco. Os trens já não apitam na curva, mas a estação reúne fotos, locomotivas e peças desses tempos românticos.
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Mercado de S. José: Praça D. Vital. De alpercatas de couro a objetos religiosos afro, essa estrutura pioneira de ferro pré-fabricada na França, inaugurada em 1875, tem de tudo. Do lado de fora, cajus, pinhas e outras delíciosas frutas regionais.
*fonte: http://geocities.com/marianoteixeira/biblioteca.html